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Apresentação

Prof. Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br

Esse Projeto está sendo desenvolvido para minimizar a quase total falta de equipamentos e trabalhos de ciências nas escolas de ensino básico. A recomendação é que os professores ou diretores de escolas interessados no Projeto entrem em contato com seu Jornal Local e viabilizem a publicação desse material, seqüencialmente e bi-semanalmente, por exemplo,  publicando novos experimentos às quartas feiras e sábados.

Outra recomendação optativa é a publicação na própria escola, via computador ou 'Xerox'. O Projeto é registrado e tem direitos autorais reservados (a Lei protege a propriedade intelectual). Sua publicação para Educação, sem fins lucrativos, é liberada pelo autor (deve constar os créditos; site e e-mail do autor).

A Sala 02 do Feira de Ciências - Projetos 5ª/ 8ª séries - se destina a professores e alunos. Mais aos professores, pois dependemos deles para ampliar nos seus alunos o gosto pelas ciências. A Ciência, para o aluno, precisa ser bem focalizada, bem tratada, até mimada se me permitem o exagero. O aluno ainda não tem a precisa noção daquilo em que está se iniciando. É preciso alertá-lo, cutucá-lo, instigá-lo, dar-lhe o que pensar. ...

É para o Professor, o qual no dia-a-dia enfrenta as dificuldades de transmitir aos alunos os conhecimentos científicos que, especialmente, endereçamos esses textos. Função disso e de sua publicação em jornal, os textos são curtos. Para os Jornais não é recomendado estendê-los com mais detalhes; para a publicação em nossas páginas isso é possível --- basta que nos enviem suas críticas e sugestões.

Na maioria, os experimentos apresentados não são novos, tivemos apenas o trabalho de reuni-los e adaptá-los à nossa realidade, construindo e ensinando a construir aparelhos que, com materiais simples (que sempre podem ser re-adaptados) e ao alcance de todas as escolas, funcionam satisfatoriamente.

Na escolha do material, sempre atentamos, em primeiro lugar, à fácil aquisição, sem o intuito de se fazer propaganda comercial, logicamente, e sim porque era o que melhor se adaptava à experiência. Por, isso contamos com sua iniciativa e a de seus alunos para substituir e até aperfeiçoar certos componentes. As garrafas plásticas descartáveis (e recicláveis), PETs, assim como alguns itens das lojas de "R$ 1,99" (essa evolução sócio-econômica não havia sido implantada à época em que esse projeto foi organizado) substituem muitos dos itens aqui utilizados. Em época oportuna pretendo atualizar esse material.

Boa parte dos experimentos pode ser realizado individualmente ou por grupos de dois ou três alunos.

Como a obra é voltada ao professor e aos alunos do ensino básico (antigo 1º grau), excluímos quase que inteiramente a Matemática, pois a prática nos ensina que essa só pode ser aplicada quando contribui para a compreensão do fenômeno. Cabe ao professor julgar onde e em que extensão a Matemática é aplicável ao fenômeno, tendo sempre em vista o princípio: a Matemática aplicada deverá facilitar a melhor compreensão do fenômeno, jamais complicar ou incutir medo e aversão às ciências físicas, como em geral acontece.

Para o bom aproveitamento, sugerimos que:

* o material necessário seja adquirido;

* o professor oriente os alunos a construírem o aparelho (se possível, mostrar um modelo), individualmente ou em grupo de dois ou três. Não importa que outras pessoas ajudem na construção do aparelho;

* o aparelho deve ser experimentado na sala de aula, onde a tarefa principal do professor é levar o aluno a observar, para, depois, através de sugestões, variações da experiência, perguntas etc., levá-los a atingir os objetivos colocados no início de cada experiência. Os conhecimentos teóricos deverão ser uma conseqüência lógica da observação experimental;

* o bom senso do professor indicará como e quando relacionar os conhecimentos adquiridos com a Matemática, com as outras ciências e sobretudo com a vivência do aluno.

Evidentemente, não é necessário realizar todos os experimentos propostos, mas jamais deveríamos dar aos nossos alunos aulas de Ciências que não começassem pela observação experimental.

Nessa obra, apenas mostramos o método de construção dos aparelhos e uma das possibilidades de desenvolver a experiência (procedimento). Cabe a você, caro colega, orientar os alunos para a análise dos resultados (que não devem ser necessariamente os mesmos para todos os grupos); estar sempre pronto a concluir que se alguma coisa aconteceu, por inesperada que ela seja, foi algo real e obedeceu a alguma causa; encontrá-la é tarefa conjunta de professor e alunos.

O autor agradece toda e qualquer sugestão no sentido de aprimorar o trabalho.


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