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Por que o peso do ar não nos esmaga?

Prof. Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br

Objetivo
Mostrar que duas forças de mesmas intensidades, mesma direção e de sentidos opostos têm uma resultante nula.

Material

  • Uma folha de papel e régua

Procedimento

Ø Os cientistas afirmam que, sobre cada centímetro quadrado (aproximadamente a área de uma unha) de qualquer coisa exposta ao ar atmosférico, está sujeito a uma força de intensidade 1 kgf, devido ao peso da coluna de ar sobre essa superfície.

Ø Faça os alunos calcularem a força que a atmosfera aplica sobre uma folha de papel de caderno (calcular a área da folha). Como pode uma folha de papel agüentar uma força tão grande?

Ø Pegue a folha de papel e segure-a, com uma mão, enquanto a outra mão empurra o papel.

Ø Faça observarem que a folha facilmente se deforma.

Ø Pegue, a seguir, a folha entre as duas mãos e aperte firme. As duas forças em sentido contrário não dobram a folha.

Ø A pressão atmosférica sobre as pessoas age igualmente do lado de fora (superfície externa do corpo) como do lado de dentro. As forças sobre cada centímetro quadrado de nossa pele, por exemplo, agem tanto do lado de fora como do lado de dentro. Nossa pele fica como a folha de papel entre as mãos apertadas. Uma anula o efeito da outra, a resultante é nula.

Observação

Uma mudança brusca na pressão atmosférica pode ser notada por nós, quando subimos rápido uma montanha ou mesmo durante os momentos que antecedem a uma tormenta; a pessoa sente um mal-estar até acomodar-se à nova pressão. Também o tímpano, em nosso ouvido, percebe essas variações de pressão.

 


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