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Resposta:
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O fóton não tem um tempo de vida infinito! Ele viaja pelo
espaço à velocidade da luz, desde a sua criação, e é
absorvido ao gerar uma imagem sobre um sensor ou nos nossos
olhos. Como é uma partícula elementar, não pode ser
"vista". Ele é a própria luz!
O astrônomo alemão Wilhelm Mathaeus Olbers (1758-1840)
apresentou em 1826 uma teoria que postulava:
- o universo tem extensão infinita
- as estrelas são em número infinito
- as estrelas estão espalhadas uniformemente pelo espaço
- o brilho das estrelas é uniforme.
Daí concluiu que o fundo do céu deveria ser totalmente
brilhante.
Esta teoria ficou conhecida como o Paradoxo
de Olbers.
Como o céu não é brilhante, podemos deduzir que:
- ou o universo não é infinito
- ou as estrelas não são em número infinito
- ou não estão uniformemente espalhadas pelo espaço.
- ou seu brilho não é uniforme.
Mais tarde Herschel conseguiu demonstrar que as estrelas se
concentravam em grupos, aglomerados e galáxias.
Immanuel Kant (1724-1804) filosoficamente havia sugerido a
existência dos universos-ilhas. Estas idéias foram
consideradas como ficção científica até que os grandes
telescópios revelaram a existência das galáxias.
Além disso, agora sabemos que o espaço interestrelar não
está vazio, e contém uma grande massa de matéria escura,
talvez muito maior que a massa da matéria brilhante que
podemos ver.
Além
disso, temos o fator predominante para a 'escuridão do céu'
... a expansão do Universo.
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