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Queda livre
- técnica 1 Prof. Luiz Ferraz
Netto Objetivo
Montagem
Eis alguns detalhes para a montagem:
A tábua-pêndulo consiste num pêndulo físico. Os pitões devem ser rosqueados nas extremidades da 'largura' dessa tábua. O eixo de ferro servirá de mancal para os pitões. Observe que tudo fique bem centrado de modo que a tábua oscile ao redor de um eixo horizontal. A parte inferior da tábua-pêndulo leva uma tira de papel branco colado com fita adesiva dupla-face. Procedimento Nota: Em nível superior, o período do pêndulo físico, usando de um cronômetro digital com precisão de décimos do segundo, deve ser determinado mediante a medida de tempo para efetuar 1 000 oscilações, em três séries de 300 oscilações (subdivididas em 10 séries de 30) e uma série de 100 oscilações (subdivididas em duas séries de 35 e uma de 30), perfazendo o tal de 1 000 oscilações. (b) Amarre um fio de linha no ganchinho da esfera de chumbo (feito com um pequeno pitão de gancho rosqueado numa chumbada esférica de pesca), passe pelas golas das duas polias (M) e amarre no pitão fixado no centro de massa (E) da tábua-pêndulo. Nessa situação, a extremidade inferior da tábua deverá estar afastada cerca de 20 cm da sua posição de repouso. A esfera de chumbo deverá defrontar a marca 'x' próxima à extremidade superior da tábua e afastada dela cerca de 1 mm.
Nota (c) Mergulhe a esfera de chumbo em pó de corante para tintas á base de água (preto). Se não quiser trabalhar com tal pó, basta colar sobre a tira de papel branco da tábua uma outra tira de papel carbono, com a face química voltada para dentro. (d) Tudo pronto! Queime o fio de linha entre as duas polias. A esfera inicia seu movimento de queda livre, ao mesmo tempo que a tábua-pêndulo inicia seu movimento pendular. Decorridos T/4 segundos, a tábua passa pela posição vertical quando então choca-se contra a esfera, resultando disso, uma marca na tira de papel branco. Assinalamos esse ponto com Y. Assim sendo, XY é a altura de queda livre (h) percorrida pela esfera em T/4 s (um quarto de oscilação completa do pêndulo físico). Essa fase experimental deverá ser repetida pelo menos 3 vezes para se obter um valor médio para a altura de queda. (e) Cálculo: h = (g/2).t2 ==> XY = (g/2)(T/4)2 ==> g = (32.XY)/T2 Experimento
real gm = (2.hm)/(tq)2 = (2 x 121,85)/0,247556 ==> gm = 984,4237 cm.s-2 Alguns cálculos com a propagação de erros nos conduziram a: gm = (984 ± 4) cm.s-2. |
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