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Prof. Luiz Ferraz
Netto Objetivo
Apresentação Procedimento Inicialmente, o experimentador deverá fazer algumas calibrações, medindo as mossas produzidas por esferas que caem de alturas conhecidas. Esses dados devem ser postos numa tabela. A variável importante é a profundidade h da mossa. Como a leitura direta dessa variável é um tanto difícil (mas que pode ser feita diretamente mediante o uso de um esferômetro), é conveniente obtê-la indiretamente através da medida do diâmetro d da calota da mossas, usando o paquímetro. Com essa medida (d), com a do diâmetro da esfera utilizada (D) e um pouco de geometria, pode-se obter h.
Você deve deduzir essa relação e fazer um cartaz com a dedução para mostrar na sua Feira de Ciências. Deixe cair a bola (de diâmetro D conhecido) de alturas conhecidas (de 0,5 a 2 metros, com acréscimos sucessivos de 10 cm). Para cada altura de queda H, obtenha (usando da expressão deduzida) a profundidade h da mossa. Faça um (grande e bonito) gráfico da altura H (em ordenadas) contra a profundidade h (em abscissas). Esse gráfico, durante a Feira, será seu instrumento de medida. Para cada queda efetuada pelo espectador, meça d, calcule h, olhe no gráfico e forneça a altura de queda. Se o espectador quiser saber a velocidade com que a esfera atingiu a tábua basta usar da equação da queda livre :
Análise Dicas
Suas demonstrações pode tornar-se "bem científica" se você preparar um suporte vertical no qual possa deslizar um eletroímã. O espectador ajusta a altura para o valor que quiser, aperta um botão (tipo campainha) para prender a bolinha de aço no eletroímã e, para soltar a bolinha, simplesmente tira o dedo do botão. Converse com um perito policial para conhecer alguns truques do ofício. Aliás, o tema de sua apresentação pode ser este: "Como trabalham os detetives na vida real".
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