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Movimento em referencial não inercial
(Aceleração de Coriolis)

Prof. Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br

Objetivo
Mostrar a ação das 'forças de Coriolis' sobre partículas em movimento em referenciais não inerciais.

Material
Motor elétrico dotado de redutor de velocidades
Plataforma circular solidária ao eixo do redutor
Dispositivo disparador de bola
Bola de plástico
Alvo

Montagem

A mola comprimida pode disparar uma bolinha de plástico de diâmetro 1cm, ao se bater sobre o gatilho. Esse disparador é fixado no centro de um grande disco (raio = 60cm), que gira com velocidade angular constante. Um motor elétrico e um redutor de velocidade incumbem-se desta rotação uniforme.

O “tiro” é dado inicialmente com a plataforma em repouso. Ajusta-se para que a bolinha atinja o centro do alvo que está colado na periferia do disco de madeira. O disparo, com o disco em movimento, não acertará o alvo; haverá um desvio para a direita, conforme ilustração acima.

O motivo é a aceleração de Coriolis; nascida em virtude do referencial não inercial (disco em rotação). A bolinha sai da boca do disparador (que não coincide com o centro do disco) com uma componente de velocidade tangencial Vot. Conforme avança, em sentido ao alvo, passa por pontos do disco com velocidades tangenciais cada vez maiores que a dela, determinando um deslocamento relativo “para a direita”, em relação ao raio de partida. 
No referencial disco, tudo se passa como se a bolinha apresentasse uma aceleração perpendicular à sua velocidade relativa radial.

Isso que apresento sobre o fenômeno são linhas gerais. Recomendo (que tal uma visita á Sala 19 e ler sobre a Mecânica de Newton em referenciais não inerciais?) que se aprimore acerca dos referenciais não inerciais para essa demonstração — é um desafio digno de ser aceito e vencido.



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