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M.H.S. Prof.
Luiz Ferraz Netto Questão 15: Partindo da expressão Ecin. + Epot. = (1/2)mv2 + (1/2)kx2 da conservação da energia [com E = (1/2)kA2, para o caso da mola], obter a elongação em função do tempo, por integração. Solução
Separando as variáveis a fim de proceder a integração, temos:
Questão 16: Mostrar que a tensão máxima na corda de um pêndulo simples, quando a amplitude q é pequena, é mg(1 + q2). Em qual posição do pêndulo a tensão é máxima? Solução
Escolhamos dois eixos ortogonais, um tangente ao círculo do movimento na posição extrema e o outro na direção radial. Decompomos mg num componente radial mg.cosq e outro tangencial mg.senq. O componente radial da força produz a aceleração radial ou centrípeta necessária para obrigar o ponto material a se mover num arco de círculo. O componente tangencial é a força restauradora, que age sobre m, tendendo a faze-la voltar à posição de equilíbrio. Pela condição posta no enunciado, cosq ~ 1. Na direção radial o Princípio Fundamental da Dinâmica permite escrever: T - mg.cosq = m.ar ou T = mg.1 + m.ar = mg + m. v2/L Sendo T = f(v), a tensão no fio será máxima quando a velocidade for máxima, isto é, quando o pêndulo estiver na posição mais baixa; neste caso,
Questão 17: Os elétrons de um osciloscópio são desviados por dois campos mutuamente perpendiculares, de modo que, em qualquer instante t, o deslocamento é dado por: x = A.coswt e y = A.cos(wt + a) . Descrever a trajetória dos elétrons e determinar a sua equação quando: (a) a = 0; (b) a = 30o e (c) a = 90o. Solução
Questão 18: Uma tábua uniforme, de comprimento L, é equilibrada num cilindro horizontal fixo, de raio a, de modo que o comprimento da tábua seja perpendicular ao eixo do cilindro, como se ilustra. A tábua é posta a balançar, sem escorregar.
Solução A ilustração, à direita, acima, mostra a tábua numa outra posição sobre o cilindro, de modo que a normal à tábua, no ponto de contato, faz ângulo q com a vertical. Como não há deslizamento, a reação vincular R ainda é a equilibrante do peso da tábua e, novamente, teremos: R + m.g = 0, vetorialmente. Todavia, como essas forças R e m.g não têm a mesma linha de ação, haverá um conjugado restaurador, cujo momento (ou torque) é t = - mga.senq. Como t depende do 'senq', o movimento não será harmônico simples. Se, pelo contrário, q for pequeno o suficiente para que senq ~ q (radianos), teremos, então, t = -mga.q = -K.q. Ora, pela segunda lei de Newton da rotação,
Questão 19: Uma barra uniforme de comprimento L = 1 m oscila no plano vertical em torno de um eixo perpendicular. Pede-se:
(b) Suponhamos o eixo de rotação passando por A' a uma distância x do centro de massa do pêndulo. Neste caso, o momento de inércia da barra, em relação a A', será Ia' = Io + mx2 = mk2 + mx2 = m(k2 + x2) sendo k o raio de giração da barra. O período será, então,
O eixo de rotação para o qual o período é mínimo está situado a uma distância k do centro de massa.
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