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O problema do elevador
(Numa régua plástica)

Prof. Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br

Objetivo
Examinar as forças que agem num corpo dentro de um elevador. 
Via de regra, essa questão aparece nos mais variados exames nos seguinte termos: 

"Dentro de um elevador há um homem de massa M que se apóia sobre uma balança de molas (tipo balança de banheiro). No local, a aceleração devido à gravidade tem valor g. Determinar as indicações dessa balança nas seguintes situações: 
(a) elevador subindo com velocidade constante; 
(b) elevador descendo com velocidade constante; 
(c) elevador subindo acelerado; 
(d) elevador subindo e brecando; 
(e) elevador descendo acelerado (a < g) e 
(f) elevador em queda livre (a = g)."

Todas essas situações podem ser evidenciadas com o experimento a seguir.

Material
Régua plástica de 40 ou 50 cm; 2 pequenos bastões de madeira ou fitas metálicas; cordoné; parafuso e porca; massor de 200 g com furo central.
As ilustrações a seguir, mostram o material e duas sugestões para a montagem do projeto.

Procedimento
Atuando sobre a extremidade livre do cordel, simulamos as situações para o 'elevador' (régua plástica + peso). Eis a seqüência das constatações:

Analise cada situação, representando adequadamente as forças que agem no bloco (massor) e na régua. Calcule o peso aparente do bloco (via tração no cordel) negligenciando o peso próprio da régua. Veja a situação em que o sistema sobre ou desce com movimento uniforme; inclua nisso o conceito de referencial inercial.
Para aumentar a estabilidade do sistema, o bloco pode ser pendurado ou aparafusado por baixo da régua (sugestão da terceira figura do projeto).
Imagine que você está no lugar do bloco (mentalmente, é claro) e o sistema descendo acelerado. O bloco não sente nada, mas você sentirá um friozinho na barriga. Por quê?



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