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Equilíbrio
(do ponto
material e do corpo extenso)
Prof.
Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br
Objetivo
Resumo da teoria relativa às
condições de equilíbrio do ponto material e do corpo extenso.
Ponto
material
A. Para
um dado referencial, um ponto material
está em equilíbrio, quando for nula a resultante do sistema de forças
a ele aplicado (veja ilustração -a- abaixo).
Desse modo, para o estudo do equilíbrio do ponto material, o primeiro
passo é o reconhecimento das forças (de campo e de contato)
nele atuantes. O segundo passo,
essencialmente analítico (método das projeções),
é colocar um sistema cartesiano triortogonal, com origem no ponto
material e impor que:
Ou
seja, após ter reconhecido todas as forças de campo e de contato
que atuam no ponto material, devemos decompor tais forças segundo os
eixos x, y e z. Uma vez feito isso deveremos impor que a soma algébrica
desses componentes, segundo cada eixo, deve ser nula. Das três equações
obtidas deve resultar as incógnitas do sistema.
Corpo
extenso
B. O
equilíbrio estático de um corpo rígido
extenso ocorrerá quando o sistema de forças nele
atuantes não determinar nem translação (a resultante de todas as
forças externas deve ser nula), nem rotação (a
soma algébrica dos momentos das forças externas deve ser nula);
veja ilustração -b- acima.
A
primeira condição, portanto, é a mesma vista para o ponto
material, ou seja:

A
segunda condição de equilíbrio (relativa à rotação), para um
sistema de forças coplanares (todas as forças contidas num
mesmo plano), assim se enuncia:

“A
soma algébrica dos momentos escalares das forças externas atuantes
no corpo rígido, em relação a qualquer ponto, deve ser nula”.
Para
o equacionamento do equilíbrio estático, tanto do ponto material
como do corpo extenso rígido, é imprescindível o reconhecimento
(identificação) das forças externas atuantes, seus pontos de
aplicação (para os corpos extensos) ou, pelo menos, as direções
de suas linhas de ação. Devem ser consideradas as forças de campo
e as forças de contato que surgem, em geral, nos vínculos (apoios,
pinos, cabos, articulações etc.).
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