|
||||||||
|
Dificuldades
estáticas Prof.
Luiz Ferraz Netto Objetivo Não
precisamos Ir muito longe para constatar, por meio de algumas experiências,
o uso inconsciente que fazemos constantemente das propriedades de
nosso centro de gravidade.
Foi
proposta em um vestibular a seguinte questão: “Uma
pessoa sentada numa cadeira, com o tronco reto e pernas verticais, não
consegue levantar-se, sem o recurso de inclinar o tronco e enfiar os
pés embaixo da cadeira”. 2.
Experimente, também, segurar o cabo do martelo entre o polegar e o indicador, mantendo-o na horizontal. Vamos, tentei Discuta as forças aplicadas e seus momentos. 3. Vários experimentos divertidos podem ser feitos em sala de aula para ilustrar a posição do centro de gravidade no corpo humano. Eis algumas delas:
A)
Fique de pé bem junto a uma parede, tente levantar os calcanhares e
se manter desse jeito. Você vai ver que não consegue. B)
Encoste o ombro em uma parede, tente levantar a perna mais afastada e
se manter nessa posição! Essa
experiência, como a anterior, mostra que o equilíbrio exige um
deslocamento do corpo que mantenha a vertical passando pelo centro de
gravidade e pela base de apoio do corpo. C)
Tocar os pés com as mãos sem dobrar os joelhos é fácil para quem
está em forma. Mas tente fazer isso com o corpo junto a uma
parede... D)
O centro de gravidade das mulheres (em geral) é posicionado
diferentemente do centro de gravidade dos homens. Basta olhar as
anatomias de uma moça e de um rapaz para desconfiar desse fato. A experiência mostrada abaixo ilustra isso. Uma moça pode colocar uma caixa de fósforos no chão, ajoelhar-se com as mãos para trás e derrubar a caixa de fósforos com o nariz sem cair. Rapazes, normalmente, não conseguem fazer isso por terem o Centro de Gravidade mais alto que moças.
Análise Todas
elas se baseiam no fato de que um corpo fica equilibrado quando a
projeção vertical de seu centro de gravidade cai sobre a base de
apoio.
|
|