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Efeito
Corona
Prof. Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br
Objetivo
Evidenciar os eflúvios elétricos.
Material
Aquecedor elétrico (e seu soquete,
já dotado do cordão de força); embalagem cilíndrica de alumínio;
alfinetes longos; base isolante e gerador eletrostático.
Montagem
O resistor de níquel-cromo
(usado nos aquecedores de ambiente ¾ ou
de salgadinhos em vitrines de lanchonetes), ligado na rede elétrica
domiciliar é levado ao laranja-vermelho (efeito
Joule), com viva emissão de elétrons (efeito termoelétrico
ou efeito Edson).
Um tubo de alumínio polido (envoltório de 'bons' charutos *) dotado de
pontas (alfinetes longos) é disposto a poucos centímetros do elemento
aquecedor. O tubo é ligado ao pólo positivo de uma máquina eletrostática
(tipo Wimshurst, por exemplo), e o aquecedor ao pólo negativo. A máquina
deve produzir uma diferença de potencial próxima dos 20 000 V, o que é
‘moleza’ para tais máquinas.
O efeito de descarga Corona é
evidenciado com toda facilidade. Inverta a polaridade das ligações para
observar sua abrupta diminuição. Repare na coloração das espiras do aquecedor, sob o efeito do
vento elétrico.
*Nota:
Todo charuto é prejudicial á saúde, não há charutos 'bons' ou 'maus'.
O fato de que tais embalagens de alumínio (continente) possam ser
aproveitadas para algo útil não os torna (conteúdo) úteis!
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