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Efeito térmico da corrente alternada
(variação do brilho da lâmpada incandescente)

Prof. Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br

Introdução
O brilho de uma lâmpada incandescente não é constante no decorrer do tempo. Evidencia-se esse fato através da utilização de espelhos giratórios. É o que mostraremos nesse trabalho.

Montagem
A construção de um bom sistema de espelhos giratórios é recomendável. Observe de quantas experimentações já participou e ainda há outras mais em ondulatória, gases e acústica, O espelho giratório é o equivalente, nos osciloscópios de raios catódicos, do sistema de "varredura". Se você pretende construir um oscilógrafo mecânico de "traço duplo", precisará de dois sistemas de espelhos giratórios.

É um bonito trabalho para exposições em Feiras de Ciências; poderá projetar numa grande tela, por exemplo, as belas figuras de Lissajous. Vejamos como utilizá-lo nessa montagem.

Através da lente convergente L e do espelho girante EG, inicialmente em repouso, projete a imagem real do filamento da lâmpada acesa sobre o anteparo T. Utilize-se de uma lâmpada com filamento reto. Ligue o pequeno motor que aciona os espelhos girantes. 
Se a lâmpada estivesse sendo alimentada com corrente continua (obtida mediante uma retificação da corrente alternada da rede domiciliar, em onda completa e com filtragem por capacitor), o anteparo apresentaria um retângulo uniformemente iluminado. 
Alimentando a lâmpada com corrente alternada observam-se faixas verticais brilhantes alternadas com faixas verticais fracamente iluminadas. 
Explique isso, sempre lembrando da inércia térmica do filamento.



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