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Capacitor
variável eletrolítico
(variação por vasos
comunicantes)
Prof. Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias.com.br
leobarretos@uol.com.br
Texto em construção
Apresentação
Construir rádios receptores ditos, genericamente, "rádios galena", sempre
foi um ´hobby´ excitante ... não só para mim, como para milhares de outros
saudosistas dos "bons tempos". "Antigamente" era até simples de se conseguir um
capacitor variável, dielétrico de ar, uma só seção, com capacitância máxima ao
redor dos 410 pF. Quando não se conseguia um desses, ´quebrava-se o galho´ com
um de dupla seção, muito comum nos rádios valvulados. Depois a coisa foi
complicando; tais variáveis começaram a ´sumir´ com o advento dos
transistorizados. Hoje, conseguir um capacitor variável, dielétrico de ar, uma
seção, 410 pF, é uma aventura que inclui importações, E-Bay, Mercado Livre, etc.
Que fizeram os hobbystas?
Começaram a construir seus próprios capacitores variáveis. Há dezenas de
projetos neste tema; um bom hobbysta de rádio galena sabe disso!
Bem, eu também quis participar desses projetos --- este artigo é o resultado
disso tudo!
Projeto de um Capacitor Variável,
eletrolítico, com variação por vasos comunicantes
Em poucos palavras: para variar a capacitância do capacitor, deve-se elevar ou
abaixar uma garrafa PET contendo a solução eletrolítica e, com isto, variar a
sintonia do circuito oscilante LC, selecionando-se a ´estação´ desejada. É uma
festa! Vamos a ela:
Material - Montagem
A foto 1 mostra: 2 garrafinhas PET de 250 mL (também conhecida por ´pichulinha´),
uma base de madeira de xx por xx cm, dois sarrafos de espessura 1 cm, largura 3
cm, comprimentos xx cm e xx cm, uma folha de alumínio fina (usei folha de of-set),
um tubo de borracha, um longo fio de alumínio de diâmetro 2 mm e fios de cobre.
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