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Estrobinha

Prof. Luiz Ferraz Netto
leobarretos@uol.com.br

Eis um projeto simples e eficiente para uma lâmpada estroboscópica. A alta tensão para a plena ignição da lâmpada de xenônio é obtida mediante o recurso de um circuito triplicador de tensão.
O componente que normalmente trás alguma dificuldade para ser conseguido no mercado (conforme atestam vários consulentes) é o 'transformador de pulso', ou seja, aquele que dá a energia de ativação para a ignição da lâmpada xenônio, por isso, ele foi substituído por um transformador comum de 0-110-220V de primário e 9-0-9V de secundário. Esse transformador de disparo aqui é usado invertido, ou seja, o enrolamento de 220 V é ligado ao excitador da lâmpada (aquela chapinha ou fio enrolado externamente na base da lâmpada). Todavia, esse transformador poderá ser substituído por uma montagem 'caseira' do transformador de pulso comercial; neste caso, o primário consta de 12 espiras de fio 28 e o secundário de 600 a 1000 espiras de fio 30 ou 32. Tudo isso é enrolado num bastão de ferrite de 0,5 a 1,0 cm de diâmetro e 3 a 4 cm de comprimento.

Para a rede domiciliar de 110 VAC, R1 deve ser de 2,7 kW x 10W, e para a rede de 220 VAC, de 4,7 kW x 10W.
A freqüência das piscadas dependerá do valor de C1 e do ajuste do ponto ideal de disparo do SCR, o que é feito via P1. A seguir, o circuito esquemático e sugestões para o circuito impresso e montagem da placa.

Nota: O ajuste da sensibilidade (ponto de disparo) do SCR é feito através de P1. Com o SCR TIC106 é necessário a inclusão de um resistor R com valor entre 1k e 2k2 entre o 'terra' (-) e o terminal de disparo do SCR (veja esquema).

 


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