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Ação
e Reação Prof.
Luiz Ferraz Netto
Apresentação Nosso
exemplo
Propósito
Desmembramento
do sistema. CT
representa o centro da Terra
Diagrama
de forças Identificação P
é o peso da esfera, força de campo, vertical, para baixo, aplicada no
centro de massa da esfera (ação) ; -P
é a reação, força de campo, vertical, para
cima, aplicada no centro de massa da Terra (CT),
de mesma intensidade que P. N é força de contato, nascida no mútuo contato
esfera-parede (ação). É a força que a
parede aplica na pequena região de encosto da esfera, deformando-a
ligeiramente. Corno a parede é suposta lisa, essa força tem direção
perpendicular à superfície da parede, logo, horizontal. -N
é a reação. Força de contato que a esfera
aplica da parede vertical. Essa força deforma a parede. T1
é força de contato. É a força que o cordel tenso aplica da parede em
sua região de amarração (ação). Corno o
cordel é suposto perfeitamente flexível, ele só pode aplicar forças
que tenham a sua própria direção (cordel flexível não pode aplicar
forças "de lado"). Essa força age no sentindo de arrancar a
região de amarração. Se ali existisse um prego onde se amarrou o cordel,
a tendência dessa força T1
é a de arrancar o prego da parede. -T1 é a reação. Força
de contato que a região da parede exerce na extremidade superior do
cordel, no sentido de tracioná-lo. Um cordel não pode resistir a forças
de compressão, ele se deforma à menor tentativa. Você pode arrastar um
bloco puxando-o com um cordel, mas não pode empurrá-lo! T2
é força de contato. É a força que a extremidade inferior do cordel
exerce na superfície da esfera, na região de amarração (ação).
Tal força tem direção do próprio cordel e sentido de "puxar' a
esfera (cordel não pode "empurrar"). -T2
é a reação. Força de contato que a superfície
da esfera aplica na extremidade inferior do cordel, no sentido de tracioná-lo.
Sua direção é a do cordel. Notas (na
esfera) P + N + T2 = 0 (no
cordel) (- T1) + (-
T2) = 0 (na
Terra) ( - P) + T1 + (- N) = 0 Na
geometria do equilíbrio, seja a o ângulo do cordel
com a parede vertical. Assim, a
também é o ângulo entre T2
e a vertical (paralelas cortadas por transversal, alternos internos
iguais). Tem-se: Esfera
(equilíbrio na vertical):
T2 . cos a
-
P = 0
Esfera
(equilíbrio na horizontal):
N – T2. sen a
= 0 Cordel
(na própria direção):
(-T1 ) - (-T2) = 0 Donde:
T1 = T2 = P / cos a e
N =T2.sena =
P.tga Desse modo, dados P e a, as incógnitas, que são, a tração no cordel e a intensidade da força com que a esfera comprime a parede, ficam determinadas. |
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