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Motor
perpétuo com molas
Colaboração
enviada por
Antonio Claret da Silva
P. alegre - MG
Introdução
Há muito tempo os homens vêm tentando inventar um motor que funcione
independentemente de qualquer fonte externa de energia, ou seja, um moto
perpétuo.
Existem catalogados diversos projetos abordando este assunto, mas, até
hoje não há nenhuma prova concreta de que alguém tenha conseguido tal
façanha.
Como podemos definir um moto perpétuo? Uma definição bem simples seria
que o moto perpétuo é uma tipo de máquina que produz mais energia do
que consome.
Então, todos os motores que necessitam de uma energia externa para
poderem funcionar, não podem ser caracterizado como um moto perpétuo,
como por exemplo, um motor elétrico, um motor a explosão interna, uma
turbina, etc. Todos estes motores atuais para funcionar, dependem de uma
energia externa.
O
que dizer do tão sonhado Motor Gravitacional (motor à base de
contrapesos), que se chegarem a funcionar utilizando para isso a energia
gravitacional? Estes seriam caracterizados como um Moto Perpétuo?
Na minha opinião não poderiam, pois estariam utilizando para funcionar a
Energia Gravitacional.
Um Moto Perpétuo é um motor que deverá funcionar em qualquer meio
ambiente, seja no vácuo, debaixo d’água, no espaço, em baixas e altas
temperaturas etc. O que não ocorreria com o Motor Gravitacional, pois ele
fora da atração da gravidade do nosso planeta teria um baixo rendimento
e talvez até nem chegue a funcionar.
O mesmo eu diria do Motor Magnético, pois este utilizaria para funcionar
a Energia Magnética existente no interior dos ímãs.
Então, na realidade, um Moto Perpétuo seria uma máquina que para
funcionar não dependeria de nenhum fator do meio ambiente, ou seja,
nenhuma fonte de Energia externa; deverá funcionar pelos seus próprios
meios sem nenhuma interferência externa, com exceção de um acessório
que permita liga-lo e que também controle a sua rotação.
O
projeto
Veja, na minha humilde opinião, como passo a ilustrar (figura.001), um
sistema que pode ser caracterizado como um Moto Perpétuo.
Funcionamento
Ele é constituído por dois eixos que funcionam com diferentes
rotações, a cada dois giro (720º) do Eixo Primário o Eixo
Secundário da um giro (360º). Veja no desenho da figura 002 um
sistema de redução constituído por 4 engrenagens que executa esta
função.
No
desenho da figura 003 aparece o Eixo Secundário que e formado por um tubo
de aço no qual é fixado um Prato de Ressalto com oito ressaltos e na sua
parte interna uma bucha.
Na figura 004 aparece o Eixo Primário que é formado por um Eixo
Motriz um Prato de Ressalto com quatro Ressaltos e uma porca de fixação.
Na
figura 005 aparece o Conjunto Motriz que é formado por dois Rolamentos de
Encosto, um Suporte Encolhedor de Mola, uma Mola, Uma Base de Mola e um
Suporte de Fixação do Conjunto com uma Bucha Guia para o Suporte
Encolhedor de Mola.
| E
por fim aparece, na figura ao lado, o Suporte da Base de Fixação do
Conjunto Motriz (Carcaça).
Este conjunto funciona da seguinte
maneira: O Eixo secundário ao girar, através dos ressaltos do Prato
de Ressalto Secundário, impulsiona para cima o Suporte Encolhedor de
Molas, que deslocando o Conjunto Motriz para o PMA do motor, comprime
sua mola, ao ultrapassar o ressalto este suporte libera o
Conjunto Motriz que através de sua mola exerce uma pressão no
ressalto do Prato de Ressalto Primário, forçando este a girar e
desta maneira deslocando todo o conjunto para o PMB do motor,
transmitindo assim o seu movimento ao Eixo Primário, que por sua vez
transmite seu movimento ao Eixo Secundário através de um conjunto de
engrenagens.
Neste desenho eu coloquei propositadamente quatro conjuntos motrizes,
veja que com a utilização de quatro conjuntos, todos eles são
deslocados ao mesmo tempo para o PMA do sistema. O ideal seria que
neste caso seja desenvolvido um sistema constituído por três ou
cinco Conjuntos Motrizes, pois, desta maneira será deslocado um
conjunto de cada vez, permitindo que este sistema tenha um
funcionamento mais suave. |

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