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Motor de
Flutuação no 4
Aqui
está uma nova adição para nosso museu, contribuída por Dave Carvell. Esta
aqui tem alguns detalhes inovadores para desafiar sua compreensão da física.
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O
recipiente lacrado tem dois tubos verticais. O da direita contém um líquido
(azul) como água, e uma bola muito leve (vermelha), muito mais leve que o
líquido. Como sempre nós o deixaremos usar um líquido com viscosidade
zero. (Nós somos generosos sobre estes detalhes que não importam de
qualquer maneira.)
Duas "portinholas" G1 e G2 são feitas
como diafragmas de íris que podem abrir e fechar depressa. Elas, é
claro, não deixam passar uma gota d'água quando fechadas.
Agora,
todos nós sabemos que quando um objeto leve, como uma cortiça, é
colocado debaixo da água, e então solto, ele volta à superfície e pode
até mesmo pular pela superfície. Nós tiramos proveito desse fato. Nosso
dispositivo, com seu líquido livre de viscosidade, deveria permitir até
mesmo maior velocidade no topo. O dispositivo é iniciada com a bola ao
fundo. Enquanto ela sobe, um sensor de alta tecnologia abre rapidamente a
portinhola G1 deixando-a passar, fechando então o portão
imediatamente e abrindo a portinhola G2 para a bola atravessar. |

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Já
que pelo menos uma das portinholas está sempre fechada os níveis da água são
mantidos. A bola pula pela superfície com algum impulso, e o topo curvado do
aparato a desvia para o outro tubo onde cai, ganhando velocidade e impulso na
queda, o bastante de forma que vai para baixo da superfície líquida e é
rebatido para o tubo à direita onde, é claro, começa a subir. Isto deveria
continuar para sempre, ganhando velocidade a cada ciclo.
A tensão superficial e viscosidade apresentam grandes problemas aqui. Mas
antes de nós nos darmos ao trabalho de encontrar um fluido perfeito para este
dispositivo, nós deveríamos procurar falhas ainda mais fundamentais.
Solução
(em inglês, tradução em breve)
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