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O Motor gravitacional de Bob Schadewald

Concepção artística da central elétrica da dispositivo gravitacional. O dispositivo é uma roda desequilibrada ou um peso longe do eixo com (é claro) rolamentos sem atrito. Baseado na suposição de que a constante gravitacional universal está continuamente diminuindo, este dispositivo explora a pequena energia que pode ser ganha disto durante cada revolução. De acordo com a filosofia do própria dispositivo, a força é transferida ao gerador elétrico por um acoplamento de polias e correias errantes. 
[Desenho © 1992 por Donald E. Simanek.]

Primeiro, vamos ser muito claros em dizer que o Motor Gravitacional BS de Bob é uma paródia, uma piada. Sua intenção era provocar, entreter, e forçar físicos e engenheiros a mostrar de forma conclusiva se poderia ou não funcionar, dada a suposição da "gravidade diminuindo". Ele foi cuidadoso em nunca responder completamente a questão ou explicar a piada.

A sugestão de que a constante gravitacional universal poderia estar diminuindo veio de um trabalho teórico especulativo de Paul A. M. Dirac. Em 1937 ele sugeriu que a constante gravitacional universal G poderia estar enfraquecendo, proporcional à idade do universo. Ele até mesmo predisse que em 10 bilhões anos poderia ser só metade do que é hoje. Desde então a noção de que constantes fundamentais, inclusive a velocidade de luz, poderiam mudar com o passar do tempo tem fascinado os teoristas especulativos. Também fascinou malucos Nova-Era que descaradamente adaptam e pervertem a idéia para se ajustar às suas próprias intenções.

Obviamente o dispositivo de BS entra em minha classe (2) e possivelmente (4). 

O princípio de Stevin não mata esta proposta, já que os estados inicial e final do sistema (incluindo seu ambiente) depois de cada ciclo não são idênticos. Entretanto, esta roda operaria igualmente bem em qualquer sentido, o que é suspeito. 

Scott Morris discutiu algumas dispositivos de MP na revista OMNI em 1990 (julho, pág. 98 e 99; Agosto p. ?), e cita Bob Schadewald dizendo "Minha descrição é uma enganação sutil. A velocidade do peso se movendo nunca excederá a que era quando passou embaixo pela primeira vez, até mesmo se não houver nenhuma fricção. O peso pode ganhar velocidade no topo, mas nunca embaixo, assim nunca há qualquer aceleração real na roda." 

Como Bob chega a essa conclusão? Este resultado inesperado pode ser justificado através da física elementar? E por que Bob diz que "o peso pode ganhar velocidade no topo?" 

Resposta e discussão. (em inglês, tradução em breve)


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